A escolha óbvia (pelo menos para mim é óbvia)

sábado, 9 de abril de 2011

Se for verdade que o que está a atrapalhar a renovação do Maxi são os três milhões de euros pedidos pelo empresário pela sua parte do passe do jogador, o Benfica tem que se alhear por momentos do facto de o homenzinho ser um escroque sem escrúpulos e fazer um raciocínio muito simples:

Preferem que o Maxi saia na próxima época a custo zero e depois ter que gastar entre 5 e 10 milhões por um novo lateral direito que, ainda por cima, passará pelo famoso "período de adaptação", ou preferem gastar agora três milhões e manter um jogador nuclear no clube?

Basicamente é isto.

8 comentários:

NSC disse...

Nem mais. Não percebo o problema. Ou compram 30€ ou perdem 70%.

ToElGordo disse...

Nem mais! Esperemos pelos próximos desenvolvimentos deste caso.

Carlos Alberto disse...

Lembro-me de um Pietra, de um Veloso e de outros grandes laterais-direitos que passaram pela Catedral... e gosto muito do Maxi.

Entre o dar 3 milhões aquela filho da puta e ficar sem o Maxi prefiro ficar sem o Maxi com os principios não se brinca e foi isso que fez o Benfica grande!

FCdaFruta disse...

Pois... Como eu já tinha dito o empresário está interessado em vender a sua parte... É 1 bocado puxado 3M€ por 30%. Mas entre ficar sem o Maxi e desembolsá-los é óbvio...Antes os 3M que alguém levá-lo a custo 0.

João Oiveira disse...

Já estava também na altura de Maxi mandar este empresário dar uma volta. Tendo em conta os antecedentes com este empresário, para mim é mais uma jogada suja do FC Porto que está a tentar ir buscar o jogador ou pelo menos obrigar o Benfica a desembolsar mais uns milhões

Ricardo disse...

Hmmm faz sentido o que dizes mas não é assim tão limpinho e óbvio. É que há o factor exemplo. Se nos damos às exigências absurdas dos empresários, que sinal daremos aos outros, tipo Aldave, esse cancro em forma de agente de futebol?

O problema é esse.

Mas, sim, acho que estamos a prolongar em demasia a renovação do contrato com o Maxi. Eu que até critiquei muito o homem quando ele chegou. Hoje em dia faço o mea culpa total. Está feito um enorme jogador. E com uma garra benfiquista que tem poucos exemplos similares no plantel.

Devia partir do jogador a tomada de posição contra o empresário mas sabemos que isso não acontecerá. Resta negociar ao limite e depois, se se mantiverem as exigências, tomar uma posição: aceitar ou rejeitar.

Apesar de tudo, neste caso compreenderei se o Benfica não quiser abdicar dos seus princípios. Noutros casos, vários, tenho sido muito crítico da política da Direcção mas neste, se for verdade o que se diz, acho que é compreensível não dar os 3 milhões ao empresário.

Alexandre disse...

Parece-me que aceitarmos estes termos sem mais é abrir uma espécie de Caixa de Pandora. É que esses são os termos que o empresário do Maxi quer no negócio. Seguindo o mesmo raciocínio, onde é que paramos? Nos 5M? Nos 6M? E qual é o critério para seguir cegamente os termos que os empresários impõem?

Este parece-me ser um caso evidente em que tem de se deixar quem gere o clube negociar tranquilamente. As únicas pessoas que vejo nervosas em relação a este processo são os adeptos.

A mensagem que eu daria à Direcção é: quero que o Maxi continue porque é dos melhores na sua posição e porque é uma referência do clube. E resta-nos confiar que se vai chegar a um bom entendimento.

Éter disse...

Ricardo e Alexandre, se há malta que eu detesto no mundo da bola, são os empresários de jogadores.

Mas neste caso, se fizermos as contas, ao pedir 3 milhões por 30% do passe, o empresário do Maxi está a avaliá-lo em 10 milhões de euros. Sinceramente, não me parece nenhum absurdo. O Maxi vale bem esse dinheiro.

Além de que, volto a frisar, a outra opção é vê-lo sair a zeros.

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