Ufa!

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Antes de escrever a crónica do jogo, preciso só de desabafar:

CARREGA, BENFICA!!!

Ufa! Custou mas foi!

Todo o cuidado é pouco

Acabei de me lembrar agora que o Javi está apenas a um cartão amarelo de ficar suspenso por um jogo.

Julgo que seria uma óptima ideia levá-lo hoje para limpar a folha no jogo da Taça, porque se por acaso jogar contra os vitós é certinho que terá o amarelo à sua espera.


P.S. É claro que se isto acontecer, o Benfica vai ser acusado de se aproveitar vergonhosamente dos regulamentos, de não ter ética, etc, etc, etc. Porém, quando o Fucile fez o mesmo na época passada, já foi um espectacular acto de gestão que demonstrou bem como é eficiente a máquina do foculporto.

Adenda: pelos vistos estava enganado e agradeço ao leitor EagleHeart este esclarecimento.
"Os cartões amarelos não limpam na taça, apenas os vermelhos. Ou seja se o Javi (e o Coentrão) virem um Camarelo hoje não jogam contra o Sporting. Mas se por acaso levarem, então a solução será levar o segundo (e logo vermelho) assim já limpa na Taça."

De facto tem razão, foi precisamente isso que aconteceu com o Fucile no ano passado. Foi expulso de propósito para limpar. Espero que o Javi e o Fábio façam o mesmo se hoje levarem um amarelo, como é previsível.

Logo à noite

Quero o Estádio assim:



Carrega, Benfica!

Sms armadilhado

domingo, 8 de novembro de 2009

Vinha eu muito sossegado de viagem quando recebo uma mensagem do meu colega de blog: "Golaço do Rolando".

Por sorte, alguns segundos antes, tinha mudado de estação e ainda fui a tempo de festejar o golo do Marítimo, se não ainda me tinha dado um colapso nervoso dentro do carro.

Não se brinca com estas coisas, pá!

Para ler

sábado, 7 de novembro de 2009

Excelente, o último post do Geração Benfica. Recomendo a leitura.

A grande depressão

"Houve uma depressão muito grande devido à pré-temporada do Benfica", reconheceu Paulo Bento.

Ainda são precisas mais provas de que os adeptos, dirigentes e, pelos vistos, atletas do zbordin vivem em função do Enorme?
Estivesse o zbordin com os mesmos 12 pontos de atraso do Braga, mas à frente do Benfica, e Paulo Bento ainda hoje seria treinador e Pedro Barbosa... hmm... andaria por ali.

Foi este o resultado da cobarde aliança com o chocolateiro do norte. Quiseram acabar com o Benfica e o tiro saiu-lhes pela culatra.

Apesar de tudo, entristece-me ver como um clube que já foi grande e muito importante no panorama desportivo nacional chegou a este ponto.

Segurem-me que eu vou-me a ele!

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Pedradas, tiros, bastões, invasões de zonas VIP e agora, para cúmulo dos cúmulos, o presidente despe o casaco para tentar agredir um adepto. É este o tal clube que, segundo palavras do próprio presidente, minutos antes, prima pela diferença e elevação.

O título de juniores ficou em boas mãos, não haja dúvida!

Sexo fraco?

Já alguma vez imaginaram como seria um jogo de futebol feminino, em que uma das equipas era treinada pela Besta Alves e o árbitro era o Jorge Sousa?

Pois bem, seria mais ou menos isto:


Estou solidário

Esta época não tem sido nada fácil para os treinadores de clubes mais modestos. Hoje, mais uma equipa do meio da tabela ficou sem treinador.
Ainda nem sequer decorreu um terço do campeonato e já oito equipas, em dezasseis, mudaram de treinador.

É assim o mundo cruel do futebol...

Everton 0-2 Benfica

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Entrada em campo cautelosa e calculista do Benfica, que conseguiu suster muito bem a esperada avalanche inicial do Everton. Apesar do domínio dos ingleses, o Benfica ia respondendo a espaços, deixando o aviso que podia marcar a qualquer a momento. A poucos minutos do fim da primeira parte, duplo azar: Cardozo acerta no poste e Ramires lesiona-se.
A segunda parte foi totalmente diferente. O Benfica entrou mandão e teve várias oportunidades para inaugurar o marcador, que teimava em mostrar um tristonho 0-0. Até que, aos 60 minutos, El Mago entra em campo e... fez magia.

Júlio César: exibição muito segura. Respondeu bem sempre que foi chamado a intervir.

Ruben Amorim: sentiu algumas dificuldades nos minutos iniciais, mas muito por culpa de Di Maria, que não acompanhava as subidas do perigosíssimo defesa esquerdo inglês, Baines. Na segunda parte, Ruben passou para o meio-campo e fez uma exibição espectacular, fazendo esquecer Ramires, o que não é nada fácil.

David Luiz: um bom regresso a uma posição que nunca será a sua. O melhor jogador do Everton, Cahill, que aparecia muitas vezes no seu flanco, nem se viu em campo.

Luisão: absolutamente fabuloso na primeira parte. Perto dos 30 minutos, já ia nos dez cortes mas depois parei de contar. Na segunda parte não teve tanto trabalho. Se o Benfica não sofreu hoje um golo, a ele se deve.

Sidnei: regresso em grande à titularidade. Não tão exuberante como Luisão, mas teve um jogo sem falhas.

Javi Garcia: meteu Cahill no bolso mas teve mais problemas com Fellaini. A par de Luisão, foi o jogador mais importante para suster a avalanche inicial do Everton.

Ramires: hoje foi o chamado box to box e cumpriu essa tarefa exemplarmente. Recuperou inúmeras bolas e apareceu muitas vezes na zona de finalização. A poucos minutos do intervalo lesionou-se. Esperemos que não seja grave.

Di Maria: mais uma grande exibição do craque argentino. Sempre muito endiabrado e a deixar a cabeça em água aos defesas adversários. Teve várias oportunidades para marcar e bem o merecia.

Fábio Coentrão: exibição pouco conseguida. No final da primeira parte, cruzou para Cardozo cabecear ao poste. Bem substituído.

Saviola: logo aos quatro minutos colocou os ingleses em sentido. A abrir a segunda parte teve outra boa oportunidade. Com a entrada de Aimar, Saviola ganhou nova vida e inaugurou o marcador, estando também ligado ao segundo golo do Benfica.

Cardozo: apesar de ter cabeceado uma bola ao poste e marcado o golo da praxe, neste jogo o paraguaio destacou-se mais pela forma como procurou servir os seus companheiros de equipa, como é exemplo o grande passe a isolar Di Maria.

Maxi: entrou para o lugar do azarado Ramires e foi ocupar o seu lugar habitual no lado direito da defesa. Teve alguns problemas inicias com Bilyaletdinov mas rapidamente acertou com a marcação.

Aimar: com ele em campo o futebol do Benfica ganha qualidade extra. A forma como em dois ou três minutos pegou no jogo, como se já estivesse em campo há muito tempo, não é para todos. Curiosamente, ou não, os golos apareceram rapidamente. É assim este nosso "velho e acabado" Aimar. Classe pura.

Felipe Menezes: julgo que nem tocou na bola.

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