segunda-feira, 7 de março de 2011
Dos três jornais desportivos, só um teve tomates para dizer o que havia para dizer, senão veja-se:
Record - "Benfica entrega das faixas";"frango de Roberto dá início à reviravolta bracarense".
Quem entregou as faixas foi o sistema nojento, ainda o campeonato ia no adro. E o que deu início à reviravolta bracarense não foi o Roberto. Foi a marcação de uma falta ridícula, uma falta que em certos campos não existe.
Jogo - "Mossoró pinta título de azul".
Mossoró, a equipa de arbitragem, a pressão nojenta do banco do braga, o comportamento inaceitável, cobarde e violento dos adeptos daquele clube... É preciso continuar?
Por que raio é que há tanta gentinha que se empenha a tirar um curso de jornalismo se depois esquece tudo o que aprendeu e se transforma em autêntica marionete, marimbando-se para os factos...?
Um jornalista a sério questionaria muita coisa neste futebol "sistemático". Desde logo, a diferença de atitude da equipa do braga nos jogos contra Benfica e azuis. Também questionaria por que razão houve tantas lesões da equipa do braga antes do jogo com os azuis. E, ontem, quando o médio do braga, aquele que saiu do zbordin e não fez nada lá fora (sim, esse), se fez de vítima revoltada, afirmando que é feio falar do árbitro nas vésperas do jogo e que a atitude dos jogadores do braga foi uma resposta às palavras de Jesus, logo teria que levar com um reparo: foi a direcção do braga que disse com todas as letras que Xistra não tinha condições para arbitrar este jogo... (Viu-se...)
Não gosto de perder; muito menos gosto que não me deixem ganhar.
Benfica até ao fim!




