É um orgulho tão grande que nem tenho palavras

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Foi tanto, tanto, tanto Benfica hoje no jogo... Até me vieram as lágrimas aos olhos no apito final. Para mim o Benfica passou às meias-finais da Champions e depois perdeu dignamente contra o Barcelona. A história relatará algo diferente, claro, mas quero que isso se foda.

Viva o Benfica!

200 jogos na Taça | Liga dos Campeões

A partida desta noite será a 200.ª da história do Benfica na competição máxima de clubes da Europa (Taça dos Campeões Europeus e Liga dos Campeões).

Ganhando, empatando ou perdendo, nunca deixará de ser um orgulho enorme ter esta história, este presente e, esperamos, um grande futuro.

Esperamos um grande jogo e uma atitude digna do maior de Portugal. E se no fim formos felizes (seria a 94ª vitória na competição), celebraremos já focalizados no desafio seguinte, mais um que vamos querer ganhar.

Força, Sport Lisboa e Benfica!

Luisão, vê lá isso, pá



Bem sei que um benfiquista não deve mostrar medo. Mas pode senti-lo, não pode?


P.S. Se for para o Luisão jogar condicionado ou sob risco de agravar a lesão, prefiro tê-lo apto para Alvalade.

Lápis azul

terça-feira, 3 de abril de 2012



João Gobern, comentador da RTP, foi dispensado pela direcção de informação da RTP, depois de no sábado, no programa Zona Mista, da RTP Informação, as câmaras o terem captado a festejar o segundo golo do Benfica frente ao Sporting de Braga.

Toda a gente sabe que o homem é benfiquista (aliás, é dos poucos que não se esforça por o esconder ou negar) mas não pode festejar um golo da sua equipa.

Queria ver se acontecia o mesmo se fosse o Professor Marcelo a ser apanhado a festejar um golo do seu Braga num programa deste género... É óbvio que não. E isso nem faria sentido nenhum.

Recordar as Malvinas

Os 30 anos do início da Guerra das Malvinas, que se assinalam esta semana, serão celebrados com uma invasão simbólica do balneário do Chelsea e a inscrição de frases contra a Dama de Ferro (Meryl Streep), como “As Malvinas e as Berlengas são argentinas” ou “Vendo Gaitán por 45 milhões. Contactar LFV. Impecável. Quase novo. Inspecção feita”, no cacifo de John Terry. “Ao nível de porrada, estivemos a ver filmes do Steven Seagal e o ‘Dia Seguinte’ para nos prepararmos”, explicou Saviola ao INIMIGO PÚBLICO. “Isto vai ser um autêntico Chiado”, promete o argentino. In Inimigo Público.

Mais um alheado da realidade

segunda-feira, 2 de abril de 2012


Não, puto. É o BES.

2 de Abril

Gosto particularmente do dia 2 de Abril na imprensa desportiva. É o único dia do ano em que têm a consideração de admitir que o que escreveram no dia anterior era aldrabice.

Uma mente brilhante

Alguém por favor se dê ao trabalho de fazer um site com citações de Jorge Coroado. Quer seja em meras análises a lances de jogo ou em avaliações globais do desempenho de um árbitro, o homem cria beleza literária do nada. Vejamos a mais recente, sobre o trabalho de João Ferreira na Luz:

Alguns equívocos e critério díspar. Mas não interessa falar de arbitragem. Os miosótis serão lindos e os trevos de quatro folhas do relvado ajudarão as pessoas a coibir-se de comentar.

Arte pura. Emocionei-me.

Mar

domingo, 1 de abril de 2012



Depois de um jogo desgastante do ponto de vista emocional, nada melhor do que uma tarde passada à beira-mar. É uma terapia revitalizante e um pequeno prazer que procuro oferecer a mim próprio sempre que há day after de Benfica na Luz. Gosto de olhar para o mar e questionar as opções do treinador, de procurar compreender por que motivo ele faz uma coisa e não outra. E com Jesus no Benfica isto ganhou um sentido especial, já que a espuma das ondas, particularmente aquelas que acabam despedaçadas junto às rochas numa explosão caótica de branco, faz-me lembrar o cabelo do mister.

Por que é que Capdevila não é o titular desta equipa? E a onda rebenta, sem resposta. Por que é que Gaitán não é mais vezes utilizado nas costas do ponta-de-lança? Nova onda muda. Por que é que não se tenta um 4-3-3 contra equipas mais perigosas? Não adianta. O mar não tem respostas para mim. Jesus também não. E a verdade é que não têm que as ter, como é evidente. O mar, porque não fala (e mesmo que falasse teria mais com que se preocupar do que com futebol); Jesus, porque não tem que dar satisfações a um simples adepto. No entanto, e apesar da falta de respostas, este ritual acalma-me. Liberto a tensão acumulada do jogo que passou e recarrego baterias para o próximo.

Estou assim pronto para o regresso de Emerson ao onze inicial e para mais corridas desenfreadas de adversários a rasgar um meio-campo despovoado.

Experimentem falar com o mar. É tão bom.

Dúvidas dissipadas

Ontem ficou provado que Emerson é infinitamente superior a Capdevila.

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