Anda no ar um cheiro a tragédia grega

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Extinta está a confiança a depositar nos juramentos; não posso compreender se os deuses por quem então juraste já não governam ou se os homens vivem segundo novos princípios éticos, Eurípides.

Os jogadores gostam todos muito do Benfica quando chegam, e é a melhor coisa que lhes aconteceu na vidinha e mais não sei quê. Mas se espremermos tudo bem espremidinho no final ficam sempre apenas e só os adeptos.

Ou os paraguaios são parvos ou temos o ponta-de-lança errado

Pablo Zeballos com mais de cinco mil votos e Cardozo nem com 600 (já para não falar do Lucas Barrios, que tem 50). Votação aqui (numa barra do lado direito).

São parvos, parece-me. Ou então só seguem o campeonato paraguaio...

A minha opinião muito resumida sobre o affair Amorim

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Jorge Mendes (desde que o rapaz trocou de empresário são "episódios" atrás de "episódios").

Roí-te de inveja Tino, isto sim é um presente de Natal

terça-feira, 27 de dezembro de 2011


Querias andar nas obras assim, não era? Temos pena!

Comei, mas com cuidado

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Dada a conjuntura económica pouco favorável a grandes loucuras e os tempos austeros que aí vêm, entendi por bem ser um gajo comedido no meu pedido de Natal para o Benfica. Pedi o Neymar.

Quantos a vocês, por favor não abusem de fritos e outras gorduras durante os próximos dias, porque vamos todos precisar de corações saudáveis para aguentar os festejos do título a dez jornadas do fim e um golo do Artur de baliza a baliza, nos descontos, a dar a vitória na final da Champions.

Que nada o pare

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Parte os rins a um médico, passa por entre duas enfermeiras, tira quatro auxiliares do caminho, salta por cima de uma maca e sai disparado porta fora. Não espero menos do que isto de Eusébio.

Força, King!

Já rolam cabeças


Eis que regressam as míticas montagens photoshopianas do Record. O primeiro a ficar sem cabeça foi o desgraçado do Emerson.

Calma, vou dar prendas a todos

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Artur: O rei que foi e um dia será, de Terence White. A melhor obra sobre o lendário Rei Artur.

Eduardo: A Bíblia, de "vários gajos". Porque acredito que só com muita fé irá Eduardo conseguir manter-se no banco e ver Rui Patrício ser titular da selecção no Euro 2012.

Mika: Tarzan, O Filho das Selvas, de Edgar Rice Burroughs. Porque o Mika está a ser criado com os gorilas Artur e Eduardo e vai desenvolver capacidades atléticas fora do normal que, daqui a alguns anos, torná-lo-ão um herói das balizas do Benfica.

Maxi: O Fiel Jardineiro, de John le Carré. Uma homenagem ao nosso Maxi, que se manteve fiel ao seu amor até ao fim, apesar de ameaças de empresários e promessas de dinheiro.

Luisão: Moby Dick, de Herman Melville. Porque um capitão, se necessário for, deve morrer por uma causa.

Garay: César - A Vida de Um Colosso, de Adrian Goldsworthy. A espectacular e mais completa biografia do gajo que, tal como Garay, "Veni Vidi Vici".

Jardel: O Estranho Caso de Dr. Jekyll e Mr. Hyde, de Robert Louis Stevenson. Se o Jardel aprender a controlar a brutidão e estupidez do Mr. Hyde que há em si, será um excelente central.

Miguel Vítor: 1984, de George Orwell. Porque o Miguel tem todo o direito à sua individualidade enquanto jogador e a não querer jogar nas laterais.

Emerson: Elogio da Loucura, de Erasmo de Roterdão. Porque há elogios e elogios.

Capdevila: Cem Anos de Solidão, de Gabriel García Márquez. Com tanto tempo livre, o Capdevila reúne as condições ideias para ficar a saber de cor os nomes e graus de parentesco entre todos os Buendía.

Luís Martins: As Viagens de Gulliver, de Jonathan Swift. A passagem de Liliput para Brobdingnag não está a ser nada fácil para o jovem Luís.

Javi: A Cor Púrpura, de Alice Walker. Para ajudar o nosso Javi com o seu grave problema de racismo.

Matic: O Homem sem Qualidades, de Robert Musil. É inegável que o Matic tem qualidades mas parece ainda não ter encontrado a melhor forma de as mostrar.

Rúben Amorim: Os Sofrimentos do Jovem Werther, de Goethe. O Rúben tem uma paixão avassaladora pelo Benfica, mas se for paciente a história não tem necessariamente que acabar mal.

Witsel: As Aventuras de Tintin, de Hergé. As estórias de um puto belga com um cabelo peculiar para outro puto belga com um cabelo peculiar.

Rúben Pinto: Adrian Mole na Crise da Adolescência, de Sue Townsend. Porque o puto ainda é muito jovem para se preocupar com o difícil mundo do futebol profissional.

Bruno César: Guerra e Paz, de Tolstoy. Apenas porque é um livro de peso.

David Simão: O Tambor, de Günter Grass. Para que o David não decida parar de crescer, como fez o pequeno Oskar.

Enzo Pérez: O Estrangeiro, de Albert Camus. Porque o Enzo aparentemente não tem motivo para fazer o que está a fazer. À semelhança de Mersault, talvez seja só "por causa do sol". Enfim...

Gaitán: Enquanto Agonizo, de William Faulkner. Porque é importante estabelecer e compreender a relação entre aquilo que pensamos que somos e aquilo que os outros pensam que somos.

Nolito: A Laranja Mecânica, de Anthony Burgess. Porque eu não gostaria nada de ver o Nolito ser submetido ao Método Ludovico. Quero um Nolito criminoso, agressivo e vagabundo dentro do campo.

Aimar: Odisseia, de Homero. Porque o Aimar ainda tem muito que ver e fazer antes de regressar à sua pátria.

Cardozo: O Processo, de Kafka. Porque o Cardozo decerto não compreende do que é acusado.

Saviola: O Senhor dos Anéis, de Tolkien. Pois como diz Galadriel a dado momento: "Even the smallest person can change the course of the future".

Rodrigo: Em Busca do Tempo Perdido, de Marcel Proust. Não, não estou a dizer que o Rodrigo é homossexual. Quero antes focar-me no facto de Proust dissertar (e como o homem disserta!) sobre como todos nós somos artistas em potência e de que precisamos apenas de conseguir utilizar a experiência que vamos adquirindo para o demonstrar.

Nélson Oliveira: O Bosque das Ilusões Perdidas, de Alain Fournier. Para o Nelson compreender que não se deve agarrar nostalgicamente ao passado, já que é impossível lá voltar.

Rodrigo Mora: Não recebe nada porque já não volta de férias.


Jorge Jesus:
A Arte da Guerra, de Sun Tzu. Porque todos os pequenos pormenores contam para vencer.

Luís Filipe Vieira: O Príncipe, de Maquiavel. Um líder de massas tem que ter este livro na mesa-de-cabeceira.


P.S. Um conselho para os meus leitores: se ainda não leram pelo menos uns três ou quatro destes livros, vão já a correr a uma livraria ou biblioteca municipal e larguem este mundinho superficial dos blogs por uns tempos, que aqui não se aprende nada de jeito.

Natal na Luz

Jornada 17: dias 20, 21 e 22 de Dezembro

Jornada 18: dias 26 e 27 de Dezembro

Jornada 19: dias 30 e 31 de Dezembro e 1 de Janeiro

Jornada 20: dias 2, 3 e 4 de Janeiro


Das várias coisas que me atraem no campeonato inglês, a forma como eles conseguem casar o futebol com a quadra natalícia, com famílias inteiras a irem à bola, é, sem dúvida, a minha preferida. Como eu gostava de, por exemplo, poder ir ver um jogo à Luz com toda a família no dia 26 ou com os amigos de directa no dia 1.

Não gostam? Mandem para cá

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Comentários sobre Salvio retirados de um fórum do Atlético de Madrid:

pues yo no soy de reyes ni dejo de serlo, sin embargo estoi seguro de que salvio es un puto paquete que no vale para el atleti y a mi me la suda que corra mucho pero esto no es 2ºb, esto es 1º y es el atleti, al menos antes lo era, y se necesita algo mas que correr y luchar para ser titular.

pulir algunas cosas?? si llamas pulir algunas cosas a enseñarlo a regatear, centrar y tirar a puerta pues si.. podria ser bueno

A Salvio lo unico que le falta son los 3 segundos para pensar al finalizar las jugadas. Como extremo es un puñal es rapido y va muy bien al espacio, aunque no sea muy habil regateando. genera mucho futbol ofensivo aunque luego lo desperdicie el mismo fallando el ultimo pase o remate. Yo le veo muy acelerado en cuanto se calme y coja confianza para mi va a ser un buen jugador.

Yo no soy de Salvio ni dejo de serlo a mi me parece que es un jugador que puliendo algunas cosas puede ser bueno para el equipo pero si le veo la actitud del otro que lo manden a Argentina yo no le voy a defender.

yo soy del Atleti, pero si van a mal vender a reyes al Sevilla, y vamos a quedarnos con Salvio, por eso me quejo, porque soy del Atleti y quiero tener jugadores de calidad en mi equipo, no salvios que de calidad anda justito.

Cuando se vaya ya lloraremos al igual que se llora por Elias.

mira si soy un defensa y recibe el balon en mi area salvio yo me voi hasta el banquillo bebo un poco de agua, charlo un poco con los suplentes, recibo unas instrucciones del mister, me vuelvo tranquilamente hacia donde estaba antes y si aun salvio no ha tirado el balon fuera del campo tirando a puerta o se ha roto los dientes tropezandose con el balon yo cojo y se lo quito y a seguir jugando

el tonto salvio esta dando todo lo que tiene y da pena y dolor verle tropezarse consigo mismo todo el tiempo


Acho piada aos que dizem que o Salvio demora muito tempo a finalizar as jogadas e que normalmente as decide mal.

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