quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Artur: As águas correm mansamente onde o leito é mais profundo.
Eduardo: É lícito aspirar ao que não se pode alcançar.
Mika: Quem cedo e bem aprende, tarde ou nunca esquece.
Maxi: Homens de poucas palavras são os melhores homens.
Luisão: Ser grande, é abraçar uma grande causa.
Garay: Pois a coragem cresce com a ocasião.
Jardel: Do que tenho medo é do teu medo.
Miguel Vítor: Algumas quedas servem para que nos levantemos mais felizes.
Emerson: A necessidade faz-nos habituar a estranhos companheiros de leito.
Capdevila: Melhor assim: saber que é desprezado do que sê-lo sob a capa da lisonja.
Luís Martins: A juventude, embora ninguém a combata, acha em si própria o inimigo para combater.
Javi: As águias deixam que os passarinhos cantem, sem nenhuma preocupação com o seu trinado alegre, certas de que com a sombra das suas asas poderão reduzi-los ao silêncio.
Matic: O passado e o futuro parecem-nos sempre melhores; o presente, sempre pior.
Rúben Amorim: Aceita o conselho dos outros, mas nunca desistas da tua própria opinião.
Witsel: Uma coisa bela persuade por si mesma, sem necessidade de um orador.
Rúben Pinto: Ninguém poderá jamais aperfeiçoar-se, se não tiver o mundo como mestre. A experiência adquire-se na prática.
David Simão: Ser ou não ser: eis a questão.
Aimar: Conservar algo que possa recordar-te seria admitir que eu pudesse esquecer-te.
Enzo Pérez: Chorar sobre as desgraças passadas é a maneira mais segura de atrair outras.
Gaitán: O louco, o amoroso e o poeta estão recheados de imaginação.
Bruno César: Mal usada, mesmo a mais dura faca perde o fio.
Nolito: Para o trabalho que gostamos levantamo-nos cedo e fazêmo-lo com alegria.
Cardozo: Sofremos muito com o pouco que nos falta e gozamos pouco o muito que temos.
Rodrigo: O talento revela-se exactamente porque esconde a sua perfeição.
Saviola: Se os homens fossem constantes seriam perfeitos.
Nelson Oliveira: Sabemos o que somos, mas não sabemos o que poderemos ser.
Rodrigo Mora: A adversidade põe à prova os espíritos.


